segunda-feira, 10 de setembro de 2007
El Desierto
He venido al desierto pa'reirme de tu amor
Que el desierto es mas tierno y la espina besa mejor
He venido a este centro de la nada pa'gritar
Que tu nunca mereciste lo que tanto quise dar
He venido yo corriendo, olvidandome de ti
Dame un beso pajarillo, no te asustes colibri
He venido encendida al desierto pa quemar
porque el alma prende fuedo cuando deja de amor
by Lhasa De Sela in "La Llorona"
domingo, 2 de setembro de 2007
A que te vou cantar.
Sweet Child O' Mine
She's got a smile that it seems to me
Reminds me of childhood memories
Where evrything
Was as fresh as the bright blue sky
Now and then when I see her face
She takes me away to that special place
And if I stared too long
I'd probably break down and cry
Sweet child o' mine
Sweet love of mine
She's got eyes of the bluest skies
As if they thought of rain
I hate to look into those eyes
And see an ounce of pain
Her hair reminds me of a warm safe place
Where as a child I'd hide
And pray for the thunder
And the rain
To quietly pass me by
Sweet child o' mine
Sweet love of mine
Where do we go
Where do we go now
Where do we go
Sweet child o' mine
She's got a smile that it seems to me
Reminds me of childhood memories
Where evrything
Was as fresh as the bright blue sky
Now and then when I see her face
She takes me away to that special place
And if I stared too long
I'd probably break down and cry
Sweet child o' mine
Sweet love of mine
She's got eyes of the bluest skies
As if they thought of rain
I hate to look into those eyes
And see an ounce of pain
Her hair reminds me of a warm safe place
Where as a child I'd hide
And pray for the thunder
And the rain
To quietly pass me by
Sweet child o' mine
Sweet love of mine
Where do we go
Where do we go now
Where do we go
Sweet child o' mine
Vejo-te nesta e em muitas mais!
"(...)Eu ando pelo mundo e meus amigos, cadê?Minha alegria, meu cansaço?
Meu amor cadê você?
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado(...)"
In "Esquadros" by Adriana Calcanhoto
Estou por estar? Sim, muitas vezes! Mas nunca quis ficar...
Perco-me sozinho pelas ruas sem nome, prescruto os olhares em busca do teu;
Encontro-me nos recantos esquecidos que o romance nunca abandonou, mas tu não estás.
Não temo a solidão... Temo cansar-me dela antes de te encontrar!
sábado, 1 de setembro de 2007
Viajante do Infinito

Aos viajantes do infinito, que partem e nunca nos deixam;
sentimos a falta do vosso calor,
o vosso conforto na nossa dor e
toda a presença que enchia a sala!
A esses também agradecemos
todos os dias pela manhã,
com o sorriso da recordação,
o subtil sinal na encruzilhada
a lição, a seu tempo, ensinada
e a certeza que enche a alma!
A todos os que ficam,
Aquele abraço e um grande bem haja!
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